Em 2025, conseguir um plano de saúde para cobrir medicamento GLP-1 era quase uma batalha jurídica. Em 2026, o cenário começou a mudar de forma concreta. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) alterou o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde para incluir, de forma mais clara, therapies baseadas em análogos de GLP-1 para tratamento de obesidade. Isso representou um divisor de águas para milhões de brasileiros que convivem com excesso de peso e doenças associadas, como diabetes tipo 2 e hipertensão.
Antes da mudança, as operadoras podiam negar a cobertura de medicamentos como Wegovy, Saxenda e Mounjaro sob a alegação de que eram "estéticos" ou "experimentais". Com a nova regulamentação, essa desculpa deixou de valer. O plano de saúde que negar a cobertura agora pode ser obrigado a arcar com o tratamento, além de pagar multa. A mudança foi rápida, mas ainda existem detalhes que confundem bastante gente. As principais transformações que vão impactar diretamente quem busca esses treatments pelo plano de saúde merecem ser detalhadas.