O que fazer na prática
Hidratação é o ponto de partida mais simples e mais ignorado. Beber água ao longo do dia ajuda a manter a elasticidade da pele. Não é sobre tomar 3 litros por dia sem sentido. É sobre criar o hábito de beber água com mais frequência, especialmente antes das refeições.
Na pele diretamente, usar hidratante diariamente faz diferença real. O momento logo após o banho, quando a pele ainda está levemente úmida, é o melhor para aplicar o hidratante e fechar a umidade. Ingredientes como ácido hialurônico, ceramidas e petrolato são os mais eficazes para reconstruir a barreira de hidratação.
Alimentação também entra nessa conta. A produção de colágeno depende de vitamina C, zinco e proteína. Se o apetite está pequeno por causa do GLP-1, priorizar alimentos ricos nesses nutrientes é mais importante do que tentar comer de tudo. Ovos, peixes, frutas cítricas, nozes e sementes ocupam as primeiras posições dessa lista.
Exercício físico é onde muitas pessoas não fazem a conexão com a pele. Mas o trabalho muscular por baixo da pele flácida dá um suporte que melhora muito a aparência. Exercícios de resistência, como musculação, são especialmente úteis porque constroem massa magra nas áreas que mais perdem volume. Músculo por baixo da pele flácida muda a forma como ela se apresenta, mesmo sem eliminar a flacidez por completo.
Nos casos em que a flacidez é mais intensa e causa desconforto real, procedimentos dermatológicos podem ser indicados. Radiofrequência, ultrassom microfocado e bioestimuladores de colágeno são opções que estimulam a produção de colágeno na pele. Cirurgia plástica é a opção para casos mais avançados, geralmente após a perda de peso estar estabilizada.